O Setor 5 está compreendido entre os bairros de Araras e Fazenda Inglesa, no Vale de Araras.
26. Pedra da Amizade (1.300 m)
Localizada às margens da BR-040, na Estrada do Contorno, possui acesso fácil e rápido, a poucos metros da estrada. É uma montanha de coloração negra, com grandes paredes, e alguns negativos (pequenos tetos) em tons amarelados, que a caracterizam bastante. Fora da época de seca, aflora da montanha uma pequena cascata, que pode ser vista à direita dos tetos. Excelente opção para quem busca escaladas longas em aderência, ou fendas e negativos em artificial. O melhor local para se estacionar o carro é no Posto Brazão. Não é aconselhável deixar o veículo no acostamento devido ao fluxo intenso de automóveis pela rodovia, e também para não chamar a atenção de “oportunistas”. O ônibus da linha Rocio passa pela base.
Localização: Fazenda Inglesa. BR-040 (Rodovia Washington Luiz – Estrada do Contorno), km 72, sentido Juiz de Fora.
Como chegar: vindo do Rio, sentido Juiz de Fora, no km 72 da BR-040, avista-se a montanha à direita, que quase se “debruça” sobre a estrada. A montanha está localizada um pouco antes do posto e restaurante Brazão, no qual há um retorno (km 71) e onde pode-se parar o automóvel. Para se chegar às vias Brenda Bravo e Che Guevara, basta seguir a canaleta à esquerda do Paredão da Amizade. A base deste último está localizada no trecho onde a rocha mais se aproxima do asfalto, 400 m depois da placa indicativa do km 72, em direção ao km 71, estando a cerca de apenas 10 metros da estrada. E, por fim, para se chegar à base do Transilvânia, deve-se subir por alguma das canaletas de escoamento de água que estiver na direção da via, e depois continuar por um trecho curto com mato.
1. Brenda Bravo, Pr. (5º VI)
300 m
Via pouco protegida, possibilitando média de apenas uma proteção por esticão. São necessários alguns friends pequenos e médios, para efetuar costuras em eventuais lacas, e 2 cordas de 50 m para rappel. O traçado da via é bem óbvio, com exceção dos dois últimos esticões, onde é necessário fazer boa “leitura” da via para não errar. Deve-se tomar cuidado redobrado com as agarras quebradiças do veio de cristal, entre a metade do segundo esticão e o início do terceiro. A via está localizada cerca de 100 m à esquerda do Paredão Che Guevara, e sua visualização é um pouco difícil, pois no primeiro esticão a primeira proteção fica a uns 30 m da base. Uma boa referência é atentar-se a um pequeno diedro que fica a uns 4 m da base.
07/10/1997 – Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Marcel Leoni
2. Che Guevara, Pr. (5° VIsup)
310 m
Também conhecido por escaladores locais como Paredão Sem Nome, conta com muitos lances em aderência, nos quais estão concentrados os trechos mais difíceis da escalada.
17/08/1991 – Mario Arnaud, Santa Cruz, Mauricio Mota, Ricardo Borges, Christian Costa, Gustavo Mello e Jan Raush
3. Des. Noite Veloz – ATUALIZAÇÃO!
Via de descida do Pr. Che Guevara.
08.02.92 -
4. Paredão da Amizade (5º Vsup)
350 m
A via começa à esquerda de uma laca com mato, no km 72, no trecho onde a parede possui inclinação que se assemelha a uma “saia”, e sem vegetação. Também este é o ponto no qual a parede mais se aproxima do acostamento, estando a base da via a cerca de 10 m do asfalto.
13/08/1972 – Waldemar Guimarães e Waldinar dos Santos
Face Oeste

5. Transilvânia, Pr. (5º VI A2)
130 m
Belíssima via de escalada, sua linha acompanha a seqüência de negativos e do grande teto da montanha. Escalada em agarras, aderência e fendas. Deve-se tomar cuidado no segundo esticão, que é praticamente todo feito com proteções móveis, pois as fendas apresentam alguns trechos quebradiços. A via não atinge o final da parede, terminando logo após o teto. São necessários 2 jogos de friends, 2 jogos de nuts de cabo, micronuts diversos, cliffs de buraco e de agarras, cordeletes de 3 ou 4 mm (ou plaquetas recuperáveis) para se fixar aos parafusos do teto e 2 cordas de 50 m para o rappel.
03/02/1996 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Ildinei de Oliveira, Leandro Siqueira e Rogério Matos
27/28. Pedra do Pastor (1.260 m)
Localizada às margens da BR-040, na Estrada do Contorno, possui acesso fácil e rápido, a poucos metros da estrada. É uma montanha de coloração negra, com grandes paredes. Predominam as aderências e, nas vias mais verticais, belas seqüências de buracos. Por ser uma montanha bastante extensa, foi dividida em cinco setores, para melhor visualização das vias.
Localização: Fazenda Inglesa. BR-040 (Rodovia Washington Luiz – Estrada do Contorno), km 68 (Setor do Colégio) e km 69 (demais setores), sentido Juiz de Fora.
Como chegar: vindo do Rio, sentido Belo Horizonte, no km 69 da BR-040, avista-se a montanha à direita. Duzentos metros adiante fica a entrada da trilha para o Quarup, subindo-se por uma escadaria à direita da estrada e por onde escoam águas fluviais. Subir estas escadas e continuar pelo leito do rio até atingir a base, poucos metros à frente. Para acessar o setor do Colégio, entrar no Instituto Petropolitano Adventista de Ensino (IPAE), com a devida autorização na portaria. É importante ter cuidado redobrado com a queda de pedras neste setor, de modo a não atingir ninguém abaixo, nas instalações do colégio. Também, é fundamental manter o silêncio neste local e agir de forma sempre adequada, por respeito à instituição. Para chegar à base das vias deste setor, deve-se entrar à esquerda de um pequeno barracão/viveiro, nos fundos do colégio. Para acessar os setores do Dimensões e da Ovelha Negra, basta subir por uma das canaletas de escoamento de águas pluviais, na beira da estrada. Já o setor do Cão Pastor fica ao lado do acostamento e não é necessário subir por canaletas, nem trilhas. Exceto para quem desejar escalar as vias Universos Paralelos, Limite das Trevas ou Degenerados, cujo acesso para suas bases consiste em subir por uma pequena canaleta de água, à esquerda, bem como o Cão Pastor ou o Quarup. Já para atingir a Falésia do Olimpo, é necessário escalar por alguma das vias. Caso a intenção seja fazer uma incursão rápida à falésia, o mais aconselhável é subir pelo Paredão Quarup.
Setor do Colégio

1. Variações de um Mesmo Tema, Pr. (5° VIsup)
230 m
Via interessante e variada, localizada 30 m à esquerda da via Obelix. Seu início em fenda logo dá lugar a aderências bem técnicas. O primeiro esticão é o mais difícil, porém protegido. Já os seguintes podem ser protegidos com boas, mas poucas colocações móveis (não muito fáceis de achar). É necessário levar um jogo de friends, fitas grandes e duas 2 cordas de 50 m para “rapelar”.
03/08/1999 – Alex Sandro Riberio “Chê”, Ildinei de oliveira e Leandro Siqueira “Bidu”
2. Obelix, Pr. (5° Vlsup) – projeto
60 m
Iniciada em 1994: Alexandre Aguiar “Shacundum” e Prudente Aguiar
3. Asterix , Pr. (5° VIIb)
250 m
Via clássica do setor. Seu primeiro esticão em aderência extrema é um prato cheio para os amantes da técnica.
06/01/1991 – Jeferson Costa, Luis Eduardo Nogueira “Duda” e Reinaldo Rabelais
4. Vira-lata de Aço, Pr. (5° VI)
150 m
O rappel do final da via só é possível pelo Paredão Ana Cláudia.
16/03/1995: Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Marcel Leoni
5. Ana Cláudia, Pr. (5° VIsup)
160 m
Bonita escalada, possui apenas uma seqüência um pouco mais técnica, graduada em VIsup.
07/04/1994 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Ildinei de Oliveira e Marcel Leoni
6. Variante dos 20 – (V) – variante do Pr. Ana Cláudia
20 m
Possui apenas um grampo ao final.
20/03/1994 – Rogério Matos
7. Antraz, Vr. (V) – variante do Pr. Peyote
75 m
Localizada entre os paredões Ana Cláudia e Peyote, a via começa utilizando o primeiro grampo desta última. É bem protegida em sua parte inicial, mas no 2º esticão tem as proteções um pouco distantes.
02/11/2001 – Alex Sandro Ribeiro Chê”, Ricardo Rocha e Jorge Fernandes
8. Peyote, Pr. (5º VI)
200 m
Em 1993 foi realizada uma recuperação da via, quando a grampeação original sofreu pequena alteração. Na ocasião, foi conquistada uma curta variante em um trecho que antes era considerado bastante desprotegido. Caso seja feito o último esticão, são necessárias 2 cordas de 50m para o rappel.
14/05/1989 – Marcio Köptcke “Buzina”, Eric Nyssens, Renato Walter Mattos e Willian Walsh “Zaraba”
Setor do Dimensões

9. Universo em Desencanto, Pr. – projeto iniciado por Eric Nyssens
10. Via dos Buracos (VI) – projeto iniciado em 1994 por Ildinei de Oliveira, Leandro Siqueira “Bidu” e Marcel Leoni
11. Morto-vivo, Pr. (6º VIIIa) – projeto com 80 m, iniciado em 1995 por Alexandre Aguiar “Shacundum” e Prudente Aguiar
12. Dimensões Alheias, Pr. (7º VIIc A1)
230 m
Uma das escaladas mais técnicas desta parede. Possui pequenas seqüências de lances extremos em aderência; e lances técnicos e delicados em agarras. São necessários nuts de cabo para dois pequenos trechos em artificial de parafusos.
1999 – Alexandre Galvão, Francisco Balter, Jeferson Costa, Leandro Borré, Luciano Bender e Paulo Jorge Moreira “Mariola”
13. Artificial de grampos (A1)
30 m
Via muito antiga, da qual desconhece-se a autoria. A qualidade das proteções não oferece segurança. A via termina logo acima do platô.
Setor das Fendas

14. Ninho de Cobra , Fiss. (5° VI A1)
60 m
Via quase toda feita com proteções móveis. Sua parte inicial é bem fácil; já o segundo esticão, todo feito em uma linda fissura de dedos, é mais difícil. A via está localizada no grande bloco entre os paredões Dimensões Alheias e Universos Paralelos. São necessários 1 jogo de friends, 1 jogo de nuts de cabo e 2 cordas de 50 m.
2000 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Ricardo Rocha e Alessandro Rosário
15. Dente de Cobra, Vr. (VIsup) – variante da Ninho de Cobra
5 m
Exigente fissura de dedos. Necessários nuts e friends pequenos (0.5/1.5 ).
2001 – Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Jorge Fernandes
16 – Antes da Chuva, Vr. (Vsup) – variante da Ninho de Cobra
30 m
Escalada de dificuldade média, sem proteções fixas. O rappel é feito pela Ninho de Cobra. São necessário nuts, friends (0.5, 1, 1.5 e 2) e 01 corda de 50 m.
23/11/2001 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”
17. Os Abutres têm Fome, Vr. (V) – variante da Ninho de Cobra
45 m
Escalada fácil, não possui nenhuma proteção fixa, mas com boa possibilidade de colocação móvel. Pode-se seguir até o final da Ninho ou ir para a árvore grande no início desta, de onde é possível “rapelar”. São necessários nuts, friends (0.5, 1, 1.5 e 2), pitons angle, 01 corda de 50 m e fitas grandes.
21/11/2001 – Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Ricardo Rocha
18. Simpatia pelo Diabo, Pr. (6° Vll) – projeto
70 m
Iniciada em 1994, por Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Raphael Cavadas, a via se encontra inacabada. Caracterizada por possuir um semi-teto, cortado por uma fenda no 1º esticão, a via é exigente e bem protegida, toda com grampos.
Setor do Cão Pastor

19. Universos Paralelos , Pr. (7º VIIa)
200 m
Uma das mais tradicionais e bonitas vias da região. De dificuldade constante, aumentando progressivamente, possui lances verticais em agarras, e passadas delicadas de aderência.
09/07/1989 – Eric Nyssens e Jeferson Costa
20. Limite das Trevas, Vr. (VIIb) – variante da Universos Paralelos
20 m
Variante toda protegida por chapeletas, caracteriza-se por possuir uma bonita seqüência de buracos e lances técnicos de aderência, logo ao sair da base. Ótima alternativa para iniciar a via Universos Paralelos.
08/05/1993 – Jeferson Costa e Vera Lúcia Siqueira
21. Degenerados, Pr. [5º VI A1 (A0 (2)/VIIIa)]
120 m
Localizada à esquerda da via Universos Paralelos, possui lances com proteções de qualidade duvidosa: grampinhos antigos de ¼”, com olhal de argolinha. O que mais chama a atenção na via é um pequeno teto, no final do segundo esticão, com três agarras de resina e que, feito em livre, está cotado em VIIIa. É composta de lances em livre, em agarras e aderência, e trechos em artificial fixo e cliffhangers. São necessários 1 par de estribos e cliffs para laca e buraco de 1/4”.
21/07/1995 – Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Leandro Siqueira “Bidu”
22. Casa de Calango, Vr. (5º Vsup) – variante da Rei de Paus
90 m
O 1º esticão da via é bem protegido, todo com chapeletas douradas. O 2º também é bem protegido, mas, depois do 3º grampo, a via ganha lances longos. De dificuldade média, possui bastantes agarras quebradiças. É necessário levar um friend 0.5 para o 2º esticão.
19/12/2002 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Jorge Fernandes e Rafael Wojcik
23. Zulu Maldito, Vr. (5º VII) – variante da Rei de Paus
90 m
A parede, em seu começo, é um pouco suja. A primeira metade do 1º esticão, bem protegida, é a parte tecnicamente mais difícil. Conforme a dificuldade cai, os lances vão ficando mais desprotegidos. Seu 2º esticão é bem exposto e exige muita atenção. São necessários friends 0.5 e 2. O rappel deve ser feito pela via Rei de Paus ou levando-se 2 cordas de 50 m.
05/12/1996 – Alex Sandro Ribeiro “Chê” e Marcel Leoni
24. Rei de Copas, Vr. (Vsup) – variante da Rei de Paus
50 m
Um pouco mais difícil que o 1º esticão do Rei de Paus. As proteções são um pouco distantes, sendo bem protegidos os lances mais difíceis. Via de aderência com alguns pontos onde a pedra é bastante podre.
2000 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Leandro Siqueira “Bidu” e Tânia Regina de Carvalho
25. Rei de Paus, Pr. (5º V)
250 m
Bela via, com técnicas de aderência de dificuldade média. Os três primeiros esticões são os mais bonitos. Como opção de rappel mais retilíneo, utiliza-se a via Universos Paralelos.
1993 – Fábio Macedo, Jeferson Costa, Luis Cordeiro e Ronaldo de Oliveira “Lego”
26. Cão Pastor, Pr. (3º IV)
250 m
Via fácil e com grampeação distante, toda protegida em grampos de 3/8”. Deve-se ter atencão especial no lance que vem depois da primeira parada, pois o grampo seguinte não é bem visível. Apesar de ser uma boa opção para iniciantes, mesmo com corda de cima, é necessário cuidado pois há alguns lances mal protegidos em diagonal. No seu final, passa à direita da Falésia do Olimpo, indo até o cume.
20/12/1981 – Giovanni Tartari, Jorge Luis Gomes e Mozart Catão
27. Quarup, Pr. (2º III C)
260 m
Escalada predominantemente em diagonal, é bem fácil e bastante protegida. Na hora de descer, é melhor que seja pelo Paredão Universos Paralelos, pois o rappel pelo Quarup não é tão simples em função da trajetória da rota. Em seu último esticão, conta com um cabo-de-aço de cerca de 10 m, que transpõe a parede da Falésia do Olimpo, passando à esquerda das vias esportivas, até atingir o cume.
10/02/1982 – André Paz, Helena Lopes Ladeira, Jorge, Lúcia, Luiz Fernando Sayão, Mario Arnaud e Oswaldo Pereira “Santa Cruz”.
28. Sempreviva, Var. – variante do Pr. Quarup – ATUALIZAÇÃO!
Borges e Santa Cruz
29. Descida Brasil Central – ATUALIZAÇÃO!
Via de descida do Pr. Quarup
11/10/1997
30. A Revolta das Lacas (4º Vsup) – ATUALIZAÇÃO!
350m
Falésia do Olimpo

27. cabo-de-aço do Pr. Quarup (C)
10 m
10/02/1982 – vide conquistadores do Pr. Quarup
31. Travessuras de Pan (VIsup)
10 m
1992 – Alexandre Galvão e Fábio Muniz
32. Face da Medusa (VIIb)
12 m
1992 – Alexandre Galvão e Fábio Muniz
33. Veias de Hércules (VIIc)
13 m – Top-rope (corda de cima)
1992 – Alexandre Galvão e Fábio Muniz
Setor da Ovelha Negra

34. Ovelha Negra, Pr. (4º V sup)
200 m
Tem como característica principal a seqüência de platôs óbvios. Um jogo de nuts pode ajudar nas proteções. Por ser pouco freqüentada, é necessário abrir caminho até a base.
29/03/1980 – André Ilha e César Augusto Vasconcellos
29. Pedra do Minotauro (1.258 m)
Localizada às margens da BR-040, na Estrada do Contorno, possui acesso fácil e rápido, a poucos metros da estrada. É uma montanha de coloração mais clara, com grandes paredes nas quais predominam as aderências. A inclinação da parede cai, progressivamente, da parte esquerda da montanha para a direita.
Localização: Fazenda Inglesa – BR-040 (Estrada do Contorno)
Como chegar: vindo do Rio, sentido Juiz de Fora, no km 69 da BR-040, avista-se a montanha à esquerda, por trás da fábrica Café Solúvel Alpha. Para acessar as vias, basta descer por uma grande escadaria de escoamento de águas pluviais (a maior e mais larga delas), à beira do acostamento (do lado da pista no sentido Rio) e pouco antes da fábrica. Depois de descer a escadaria, andar alguns metros para a direita, até encontrar o ponto mais fácil para atravessar o rio. Após cruzá-lo, suba reto até encontrar uma 1º trilha que corta perpendicularmente a direção da montanha. Ir para a esquerda, descendo um pouco, e depois pegar outra trilha que sobe para a direita. Deve-se seguir até o fim e entrar no mato à esquerda, em direção à pedra. Pode ser necessário levar um facão para abrir um pouco a trilha.
Setor do Minotauro

1. Projeto
Iniciado em 2002 – Adriano Peixoto, Dalton Chiarelli e José Sergio “Zecão”
2. Centauro, Pr. (6° VIIa) – projeto
120 m
Iniciado em 1994 por José Sergio “Zecão” e Luciano Bender
3. Minotauro, Pr. (5° VIsup)
330 m
Grande clássico da região. Via em que predominam técnicas de aderência. No geral, as proteções são distantes, mas as partes mais difíceis são bem protegidas. Levar 2 cordas é uma ótima opção para o rappel.
27/10/1985 – André Ilha, Cézar Vasconcellos e Sérgio Tartari
4. Luiz Alberto Alexandre Cordeiro, Pr. (4° V sup)
300 m
Necessária uma corda de, no mínimo, 55 metros. Se a escalada for feita até o final, e o rappel pelo Paredão Minotauro, uma corda é suficiente. Levar 2 cordas de 50 m, caso se opte por fazer o rappel pela própria via. Atenção pois o 5º esticão possui 55 m.
16/02/2000 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Ildinei de Oliveira, Leandro Siqueira
5. O Mundo Perdido, Pr. (4º IV) – ATUALIZAÇÃO!
250 m
Escalada clássica, toda em móvel, com fendas e chaminé.
Setor do Catingão
5. Os Caçadores do Diedro Perdido, Pr. (5° Vsup)
225 m
Para se chegar à base da via, após atravessar o rio paralelo à estrada, atinge-se uma 1ª trilha transversal. Ignorar e seguir reto em direção ao mato até atingir uma 2ª trilha. Continuar para a direita. Depois de uns 5 minutos de caminhada, a floresta à direita começa a dar lugar ao capim. Descer um pouco, mas não muito. A trilha fica imediatamente antes do trecho onde o relevo cai abruptamente. Atravessar o mato até chegar à parede, depois seguir pela mata à esquerda. É necessário “varar” um pouco de mato ou subir reto pelo costão, seguindo para a direita. A partir daí, o diedro é facilmente localizado. São necessários 1 jogo de friends, fitas variadas e 2 cordas de 50 m, caso se queira “rapelar” pela própria via.
24/11/2001 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Jorge Fernandes e Ricardo Rocha
6. Cheirosão, Pr. (3º IV)
270 m
Ótima opção para iniciantes, por ser bastante protegida e possuir muitos lances fáceis, dos quais a maioria é feita em técnica de aderência.
09/12/2001 – Carlos Alexandre Soares, Ricardo Serrano e Wanderley Stumpf
7. Catingão, Pr. (3º III)
250 m
Via muito bem protegida e de inclinação suave, com ótimas proteções fixas. Ideal para iniciantes participarem e guiarem.
28/06/2001 – Antonio Carlos Magalhães e Fábio Cotta Araújo
30. Maria Comprida (1.926 m)
Representando uma das mais importantes elevações do Estado do Rio de Janeiro, a Maria Comprida já gerou pânico entre aviadores de décadas passadas. Sua imponência e condições climáticas não favoráveis faziam crescer, na época, as possibilidades de se chocarem contra ela – fato já acontecido anos atrás. Em igual proporção, também despertava a ambição de aventureiros, desde o início do século passado. Em 1932, após muito esforço, finalmente seu inédito cume foi alcançado, através da grande canaleta, na face nordeste da montanha – percurso que ganharia poucas repetições até hoje. Dois anos mais tarde, foi conquistada uma nova rota – a Passagem Leander, atual “caminho normal” para o topo, por uma trilha íngreme, já em sua face oeste. Nos dias atuais, a Maria comprida ainda é um grande desafio a quem deseja se aventurar por suas paredes, que contam com potencial para a abertura de novas Big Walls.
Localização: Serra das Araras. Araras.
Como chegar: a partir da BR-040, dirigir-se ao distrito de Araras. Caso desejar escalar a face sul, após chegar imediatamente abaixo de sua parede, procurar pelo Sítio João e Maria, pedindo permissão com 72 horas de antecedência ao proprietário Jaime Del Cueto, através do e-mail delcueto@visualnet.com.br ou pelos telefones (21) 2549-7890 / (24) 2225-0455 / 9212-4422. Após passar pelo sítio, encosta-se rapidamente na base do paredão. A partir daí, basta ir contornando a parede até chegar na base da via Domínio das Sombras. Já para atingir a face nordeste, existem dois caminhos: um é seguir pela travessia Araras x Secretário e o outro por Secretário. Pelo primeiro caminho, depois de cerca de 45 minutos de caminhada, existe uma estrada para a esquerda. Deve-se segui-la até o final, passar por uma porteira e continuar por uma estrada tomada pelo mato. Um riacho marca o fim da estrada e o começo de uma trilha, meio indefinida, à direita. Prossiga por esta até chegar a outro riacho mais caudaloso. A partir daí, é só continuar rio acima e, em menos de uma hora, atinge-se a base da via. Já pelo outro caminho, deve-se ir até restaurante com cerca de bambús do Capim Roxo, onde existe uma bifurcação. Entrar à direita e seguir em frente por cerca de 2 a 3 km. Após isto, há uma segunda bifurcação – virar à direita. Automóveis chegam até a porteira; daí por diante, somente à pé, seguindo-se até o riacho.
Face Sul

1. Domínio das Sombras, Pr. (D6 5º A3)
830 m
Com exceção dos dois primeiros esticões e do último em trepa-mato, os demais esticões alternam lances em cliff, com passadas em livre ou artificial móvel, protegidos por parafusos, grampos e chapeletas. São necessários 2 jogos de friends, camelots 4, 4.5 e 5 (se repetidos melhor), 1 jogo de nuts de cabo ou plaquetas recuperáveis (rivets), 2 cordas de 55m, cliffs de agarra e de buraco 1/4” (dois pares de cada), fitas grandes, portaledges ou redes para bivaque. É interessante levar uma pequena talhadeira de 1/4” pois alguns buracos de cliff podem não ser encontrados; bem como levar algumas plaquetas sobressalentes para chapeletas. A via começa por uma grande rampa inclinada e termina em um grande bloco de pedra, no cume.
2000 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Ildinei de Oliveira e Leandro Siqueira “Bidu”
Face Nordeste

2. Via da Canaleta (2º III)
± 400 m
Sua conquista marcou o início da escalada em rocha em Petrópolis, tendo representado um feito admirável até os dias atuais. Não possui repetição há muitos anos, tendo sido parcialmente regrampeada, de cima para baixo, em meados de 1993. Sendo assim, somente seu final conta com boas proteções fixas. O acesso até a base pode ser feito subindo-se o Morro do João Grande e, a partir de seu cume, seguindo-se até o colo formado com o rochoso da Maria Comprida. De todo modo, o ideal é que seja feito um reconhecimento prévio da base, para encontrar o melhor acesso à via de escalada.
08/1932 – Conrad Berk, Eméric Ungar e Schaut
3. Maria Nebulosa (3º V)
1.040 m
Trata-se de um grande costão de rocha, que acompanha um sistema de escoamento de água da montanha, com muita vegetação em volta. Apesar de bastante extensa, é uma via tecnicamente fácil e não exige pernoites na parede. São necessários friends 1.5, 2 e 3, duas cordas de 50 m para uma eventual descida e fitas variadas. É aconselhável descer pela trilha de caminhada, pois existem muitas pedras soltas na parede. Alguns esticões não são muito óbvios, portanto, é importante fazer uma boa “leitura” da via. As proteções são distantes.
04/06/2002 – Alex Sandro Ribeiro “Chê”, Jorge Fernandes, Pedro Miranda e Rafael Wojcik
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